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Meios para as empresas sobreviverem à recessão

Sabendo que em 2016 foram requeridos 1.863 pedidos de recuperações judiciais de empresas, 44,8% a mais do que o registrado em 2015, resultado maior desde 2006 (Serasa Experian), certos de que o crédito está caro e escasso, e que o desemprego atinge 12milhões de brasileiros (IBGE), resta claro o quadro recessivo que serviu para prejudicar a geração de caixa nas empresas e trazer esse número excessivo de pedidos de recuperação, além da enormidade de falências (mais de13% em relação a 2015 – G1) .

Este é, portanto, um bom momento para as empresas buscarem bons advogados e bons contabilistas para promoverem sua reorganização societária, a fim de ser possível pagar menos tributos e proteger o patrimônio da empresa e dos sócios envolvidos no negócio.

Um novo desenho empresarial pode, de forma simples ou sofisticada e de acordo com as leis vigentes, ou seja, de maneira totalmente legal, através da alteração da forma de registro tributário e contábil, ou da forma societária; pelo requerimento administrativo da devolução de tributos pagos à maior ao fisco; também por intermédio das ações judiciais contra o pagamento de tributos inconstitucionais, é importante as empresas – micro, médias ou grandes –  usarem dessas pequenas mudanças estratégicas que  podem fazer significativa diferença na segurança da operação do negócio e dos sócios, na geração de caixa e no crescimento do lucro, apesar desse contexto recessivo do nosso país.

Luciana G. Gouvêa

Luciana G. Gouvêa

Diretoria Executiva
Colou grau na Universidade Cândido Mendes - turma de direito de 1989, advoga na cidade do Rio de Janeiro, inscrita na OAB/RJ sob o nº 71.085, também atua nos Tribunais Superiores em Brasília, dirige a Gouvêa Advogados Associados, é produtora da TV Nossa Justiça e professora de Conscienciologia. Entre 2004 e 2013 foi Conciliadora do Tribunal de Ética da OAB/RJ. Pós graduou-se em Neurociências Aplicadas à Aprendizagem (UFRJ) e em Finanças com Ênfase em Gestão de Investimentos (FGV).